A primeira refeição do dia é a mais importante (+18)

1 – Texto especial recomendado para maiores de 18 anos. =)
2 – Leia ouvindo a música.

Eu costumo acordar bem, mas tem dias que acordo melhor ainda.
E você é espertinha, sabe disso e tenta me provocar.
E consegue.
Ou você acha que eu não lembro daquele dia?
“Ain, tô com dor de cabeça, só quero descansar!”
Aí eu preferi nem insistir e só me dediquei em fazer a melhor das minhas conchinhas pra você se sentir segura. Como eu sempre faço, aliás.
Durante a noite a gente se enrosca 1 milhão de vezes. Tem horas que fico sem lençol, tem outras que fico com o lençol todo. Tem horas que sua perna fica em cima de mim, tem horas que eu nem sei onde vão parar os travesseiros.
Tem horas também que espirro com o seu cabelo entrando no meu nariz e tem horas que meu braço formiga por deitar em cima dele só pra te dar a conchinha que você tanto gosta. Até aí tudo bem.
Naquele dia eu lembro que preferi te respeitar já que disse estar com dor de cabeça e que só queria descansar. Desliguei a TV apesar de estar com vontade de continuar assistindo e fui relaxando pra poder dormir logo. Naquela altura você já estava no sétimo sono. Você dá dessas: quantas vezes já me vi falando sozinho enquanto você já dormia há muito tempo?
Acordei poucas vezes durante a noite só pra me acomodar melhor e colocar o braço debaixo do travesseiro geladinho.
Normalmente sou eu quem acorda primeiro e corro até a janela pra fechar a cortina e evitar que mais raios de sol invadam o quarto acordando a gente.

Mas dessa vez foi diferente.

Eu nem lembro que horas eram, mas lembro de alguma coisa ter mudado.
Não sei que milagre aconteceu que na verdade quem fazia a conchinha dessa vez era você em mim. Logo eu estava relaxadamente virado pra frente, ali como quem não quer nada.
Aí lembro de ter sentido a sua mão passando pelas minhas costas devagar, caminhando com os dedos, toda preguiçosa. Até chegar no peito e ali ficar fazendo carinho.
Respirei fundo pra aproveitar e relaxar pensando que as coisas parariam ali, até que você foi descendo a sua mão, lentamente, mas foi descendo. Chegou na minha cueca e começou a me provocar. Levantava o elástico e passava o dedo devagar. Eu fingia que não estava acontecendo nada mas eu estava reparando em tudo. Você dava uma volta pela minha cintura e voltava. Sabia bem o que queria. E eu gostei da brincadeira.

O problema é que não consigo controlar os efeitos do meu corpo, ou seja, tem coisas que eu não consigo disfarçar. Bem, você sabe bem.
Então, pouco a pouco, graças ao trabalho lento da sua mão eu fui começando a, digamos, me animar fisicamente.
A verdade é que eu fui me excitando e resolvi ver até onde eu ia aguentar aquilo.
Então você abaixou toda a parte da frente da minha cueca e eu sentia a sua respiração nas minhas costas. Você colocou a mão exatamente lá onde já estava completamente “animado”. E começou a fazer pressão.
É louco porque o efeito físico é muito forte e é absolutamente incontrolável, não há pensamento que desvie o tesão quando ele chega pra valer. Tesão é algo involuntário e profundamente íntimo, só que naquele momento eu queria ver até onde eu conseguiria me manter relativamente equilibrado.

Bem, você pegou, mas pegou de jeito. Começou a puxar pra cima e pra baixo, a bater devagar. Apertava enquanto fazia carinho, aumentava a velocidade enquanto diminuía a intensidade. Você sabe das coisas e eu fiquei ali rendido.
Então você foi descendo o corpo pelas minhas costas me beijando devagar. A mão, claro, permanecia lá. Você estava muito certa do que queria fazer e eu me fazia de morto. Me beijava, me arranhava e, pela frente, me apertava, sempre com muito, mas muito prazer. Chegou uma hora que ficou difícil disfarçar e comecei a dar umas tremidas bruscas. É injusto e praticamente impossível controlar o próprio corpo.
Você desceu até a minha cintura e me virou pra cima. Tinha pouca luz no quarto, não conseguia ver 100% do seu rosto, mas poucas coisas são mais sexys que ver a sombra do seu cabelo caindo na frente do seu rosto. Me virou pra cima e tirou toda a minha cueca. Jogou pra bem longe.

Abaixou até a minha barriga enquanto levava uma das mãos até o meu peito. Descia arranhando devagar e deixava claro que queria fazer alguma coisa ali e que eu não deveria me importar.

Você queria me ter.

E eu deixei, me entreguei sem resistência, me dei pra você sem problemas. Então senti a sua boca se aproximando devagar. Foi por toda a minha virilha, fez jogo injusto, brincou com os meus sentidos, mas mesmo assim eu continuei te respeitando. Segurou com firmeza com uma das mãos e o colocou dentro da sua boca. QUE MOMENTO! Foi lentamente mas foi com tanta certeza que eu mal suspirava. Colocou inteiro, naquela altura já explodindo de ereção. Aí começou a dar movimento e despejar alguma saliva pra facilitar. Ao tentar te olhar consegui perceber a sua cabeça cima, baixo, cima, baixo, cima, baixo. Teve uma hora que largou a mão, segurou apenas com a boca e levou os braços até o meu peito descendo devagar. É incrível como você domina e sabe exatamente o que fazer para eu me render. Voltou com as mãos e intercalou o ritmo. Lambia, gemia e colocava força, uma força gostosa, uma força de quem sabe o que está fazendo. Comecei a me retorcer porque é extremamente insuportável todo aquele momento! Então segurou pra valer com uma mão só, lambuzava com a boca e com a outra mão apertava e esfregava “ali mais embaixo”. QUE MOMENTO!
Como se não bastasse tudo isso, tirou-o lentamente da boca lambendo com sabor e o levou até seu rosto. Esfregava por toda a parte, fazia de um brinquedo seu. Batia, esfregava e fazia um semblante de “eu sei do que você gosta” que era o pouco que dava pra perceber.
Depois de tudo isso, deitou em mim trazendo o rosto junto ao meu. Nos beijávamos até eu perceber que você já estava sem calcinha. E que espertinha! Não tive como pensar duas vezes, foi uma questão de eu fechar um pouco as pernas e de você abrir as suas.

Aquele barulho de lubrificação natural foi o que nos tornou um só. Levantou a cabeça devagar enquanto eu entrava por inteiro dentro de você. Feito isso, se acomodou debruçada ao meu peito e ditou o ritmo. Pressão contra o meu corpo.
Então eu resolvi parar de resistir e fui ter alguma iniciativa pra melhorar o que já estava bom. Se melhorar, melhora. Peguei na sua bunda com as duas mãos e aumentei a pressão no meu corpo. Começou a fazer calor. Não falávamos nada, te ouvia gemer mas ainda não como eu gostaria, então eu tive que mudar.
Indiquei que eu queria ficar por cima mas que você não precisaria ficar de frente pra mim.

Eu queria te ver de cost4s.
Nos posicionamos e deliciosamente fui voltei a penetrar.
Ali já estava você de qu4tro e eu de joelhos atrás de você. Peguei o máximo do seu cabelo em uma mão, enrosquei e puxei sua cabeça pra trás enquanto fazia a pressão e os movimentos de frente e trás, e com a outra mão segurava a sua cintura para controlar o ritmo.

Aí você parou de gemer e começou a gritar.
COMEÇOU A GRITAR MEU NOME, COMEÇOU A GRITAR PRA NÃO PARAR, COMEÇOU A GRITAR PRA IR COM MAIS FORÇA, PRA IR COM MAIS RAIVA.
E eu, educadamente, obedeci e ainda dei um bônus. ;)

Soltei sua cintura e me veio a vontade de ver a sua pele arder na minha mão. Dei um, dei dois, dei três tapas e você parecia se desconcertar. AÍ EU DEI MAIS, DEI OUTROS MAIS, REVEZEI A MÃO QUE SEGURAVA O CABELO COM A MÃO QUE BATIA.
Escorria suór pelo meu peito, barriga, chegando até as suas costas.
Troquei e me inclinei sobre você que já estava exausta. Com as mãos segurei seus seios mas não saí de dentro de você. Respirei nas suas costas pra te mostrar como eu estava me sentindo, e por mais que parecesse que eu queria parar, eu não parei.

Me ergui novamente e indiquei que gostaria de te ver: empinada.
Cotovelos no colchão e o quadril no mais alto possível. Ia ser bom daquele jeito pra mim e pra você. E aliás, você não faz ideia de como é sexy te ver nessa posição com o cabelo caindo no seu rosto e te fazendo sentir ainda mais calor.

Naquela altura estávamos já bem cansados, mas por algum motivo eu ainda tinha forças o bastante pra mudar de posição. Indiquei que queria sentar na borda da cama e sugeri que sentasse no meu colo. Você não hesitou. Sentou de costas devagar e após nos encaixarmos tomou de conta do ritmo. Com as mãos nos meus joelhos, pulava, pulava, cada vez mais alto, mais forte.

Pulava e gritava. Gritava, gemia, suava, queria, olhava, mordia, arranhava, sorria. Despencava a cabeça pra trás até seu cabelo encostar na minha barriga.

Mostrou que queria mudar e que ia zelar pelo conforto. Nós dois nos levantamos, você deitou de barriga pra cima e me puxou até você.

Então, novamente, eu entrei.

Ali seria pra valer, já que você estava “acomodada”, eu queria fazer se sentir ainda mais incrível. Aumentei a força e a velocidade. Você estava com as pernas nos meus ombros e com os braços pra trás, já eu, revezava minha boca em cada seio sem parar.

“VEM, VEM, VEM, QUERO VER, VAI, COM FORÇA, COM FORÇA,  MAIS FORÇA!”
Era o que você gritava me provocando e que ódio de prazer aquilo me dava. Tem vezes que a gente santo prazer que dá ódio, dá vontade de bater, e eu soltei alguns: “ENTÃO É ISSO QUE VOCÊ QUER? TÁ GOSTANDO DELE DURO EM VOCÊ? PEGA ELE PRA VOCÊ, OLHA COMO EU FAÇO ELE FICAR GOSTOSO AÍ DENTRO!” Falava com raiva, fala pra trocar a emoção e as sensações. Até acelerar ainda mais a velocidade, respirando ainda mais rápido, mais e mais rápido e então me esgotar…




Me rendi, desisti e me joguei em cima de você. Ali fiquei.
Fomos desacelerando e o coração foi voltando pro lugar já que ele estava pra sair pela boca. Senti sua mão nas minhas costas e quando recuperei força pra te olhar:

“Bom dia! Dizem que é importante comer bem de manhã, né?” você me questiona.

Obs: Aos que acabaram de chegar nesse blog: Este não é um blog erótico ou coisa do tipo. É um blog de histórias de relacionamentos, onde, de vez em quando eu escrevo um texto (+18) para apimentar as coisas. Como todo bom casal merece viver.

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