Eu já falei sobre isso antes?

Leia ouvindo:

Não é preciso sorrir todo dia.
Digo, é fundamental e valioso caso consiga, mas tem dias que as coisas simplesmente não funcionam. Isso faz parte de todos os dias que vivemos, uns melhores, outros nem tanto.
E existem algumas coisas capazes de melhorar o dia de qualquer pessoa. As conversas com amigos ou um episódio bom do seriado favorito ajudam, bem como um passeio despretensioso em dias de sol ou uma mensagem de saudade. Mas tem também outras coisas além dessas que salvam qualquer pessoa.
Tem o que eu gosto de fazer com você.

Isso que fazemos é de fato algo que podemos chamar de nosso.
É um momento em que construímos um mundo pra nós dois; um mundo onde só vivem nós dois. Não se trata de egoísmo, se trata de particularidade, de um tempo nosso.
Eu fico bem em te fazer bem e pra mim sempre vai ser um privilégio conseguir te ajudar assim dessa maneira que tanto gostamos.
Há um prazer que cada um de nós sente se manifestar de maneiras diferentes, mas é louco ver com os corpos reagem e como gostamos de viver esse segundo.

Tem dias que nem os refrões que mais gostamos são capazes de melhorar alguma coisa, o que queremos mesmo é algo que não podemos comprar nem buscar na internet. E que bom isso!

Não há facilidades que substituam a realidade.
Não há frase de efeito que dê mais efeito que uma atitude com afeto.

E esses nossos momentos são até meio que não planejados.
É um negócio de “deu na telha, vem”, sem muitas regras ou modos de como e onde fazer.
É engraçado que muitas pessoas fazem do mesmo que fazemos, mas talvez nós vemos isso como uma cereja do bolo das coisas boas da vida e talvez, vai saber, as outras pessoas até vejam da mesma forma que vemos, mas a questão é o valor que aprendemos a dar sobre isso que é tão nosso. Não quero dizer que somos melhores que ninguém, mas só que gostamos de um jeito que ninguém pode gostar mais.

Eu gosto de quando percebe que não estou bem e sem falar me lembra de como isso é bom. Gosto de quando reage sorrindo quando isso acontece pela primeira vez no dia.
Talvez nem nós saibamos ao certo como mensurar os efeitos que isso tem em nossa vida, mas pelo menos nós sabemos muito bem aproveitar. E assim funcionam algumas das melhores coisas da vida: só pra aproveitar, sem saber o por quê.

Às vezes eu morro de ansiedade pra te encontrar e contar como foi o meu dia, falando sem parar ao desabafar sobre coisas que não concordo do trabalho ou o stress que passei por algum motivo, que geralmente não foi por culpa minha. Isso tudo dura até que nos presenteamos com esta que é uma das coisas que mais gostamos. O mundo meio que para e eu simplesmente não consigo mais pensar em nada; as coisas fogem da minha cabeça como se nunca tivessem aparecido antes. É louco, mas é ótimo.

Eu não quero ousar e entrar na discussão de tentar definir, sei lá, como se tornasse uma fórmula pronta que estará sempre ali quando eu precisar. Eu não quero. Não quero, até porque toda vez que fazemos é de um jeito diferente. Funciona igual o “oi” que damos no chat na internet, é igual todas as vezes, mas todas as vezes é igualmente bom trocar um “oi” sincero. Até que faz sentido, né?

Nessa de tentar explicar as coisas, esquecemos de aproveitar cada uma delas.

Me faz bem te ter por perto pra me encontrar aí com você.
A ideia aqui não era falar sobre o quanto a gente se dá bem e com isso talvez causar alguma inveja em alguém, ou pior, causar algum preguiça sendo ‘mais pessoas que falam sobre como se gostam e o quanto não querer se largar’, blá blá blá, a ideia não é me viciar na nossa história. A ideia aqui é só desdobrar em algumas palavras como fico quando sinto a sua respiração no meu pescoço, quando sinto o seu coração bater colado ao meu, quando sinto você deitada no meu peito fazendo dali um lugar que não quer sair, quando sinto que esse é um jeito nosso de celebrar as micro vitórias da vida, da vaga no estacionamento ao sucesso em qualquer outro evento do dia a dia; é um jeito nosso de também encontrar força para superar as derrotas que podem aparecer, um jeito de dar um oi e tchau, um jeito nosso de melhorar o que já é bom, de ver que o “dar as mãos pode ser ainda melhor. A ideia aqui é falar sobre o quanto nós gostamos de abraços.

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