Quer tomar alguma coisa? Tipo um banho?

E aí que a gente marcou de se ver.
Acordei tranquilo mas um pouco ansioso sim em saber como seria.
Já conversávamos tinha um tempo e eu gostei do jeito dela.
E aparentemente ela gostou do meu também.
Pessoalmente nós nunca nos vimos.
Mas bem que temos alguns amigos em comum na internet.
Lembro que acordei com aquela sensação gostosa de não saber como ia ser.
Naquele dia, conversamos normalmente até  o horário combinado para nos encontrarmos.
“20hs na fila do cinema”.
Cheguei antes do combinado e fiquei dando umas voltas no shopping.
Quando deu 20hs, me posicionei de modo que ela pudesse perceber que eu a esperava.
“Estou subindo a escada rolante” ✔✔
Então a vi caminhando em minha direção com as mãos ocupadas.
Uma delas com o celular; a outra organizando parte do cabelo.
“Que bom te ver! =)”
“Eu que o diga!”
Resolvemos procurar um lugar pra conversar.
E sentar.
Logo de cara a gente se deu muito bem. Os assuntos não terminavam!
Nem vimos a hora passar e quando nos demos conta o shopping estava pra fechar.
Resolvemos sair e já na rua percebemos como fazia frio.
Nós não queríamos nos despedir. Não ainda.
“Tive uma ideia: e se a gente fosse pra minha casa?”, sugeri.
A intenção era prolongar aquela conversar boa sem imaginar como seria o fim.
“Ah, acho que por mim tudo bem, qualquer volto pra casa de táxi”.
No metrô, a caminho de casa, sentados lado a lado pude observar a beleza dela.
Ela parecia escolher as palavras que construíam suas frases.
E a sua boca desenhava letra por letra me transmitindo uma sensação muito boa.
“Chegamos! Fique à vontade, não repare a bagunça.”
Passou pela porta e colocou sua bolsa num canto do sofá.
Sentou.
“Vou colocar uma música só pra gente relaxar” anunciei.
Voltamos a conversar sobre os 8987897 assuntos que começamos horas atrás.
Por um segundo me passou pela cabeça aquele momento todo que eu estava vivendo.
Apesar de nunca termos nos visto, nos conhecíamos tão bem. Isso era tão diferente.
E ela parecia empolgada em contar das coisas que faz.
E eu não me preocupava em demonstrar que estava interessado em ouvir.
“Estou muito feliz da gente ter finalmente se encontrado”, revelei.
“Ahh, eu também! Engraçado né? A gente nunca se viu mas nos conhece…”
Não consegui deixar com que ela terminasse de falar e a beijei.
Segurei seu pescoço delicadamente mas deixei claro que eu ansiava por aquele momento.
A reação dela comprovou o mesmo.
Colocou uma das mãos na minha nuca e fazia movimentos retilíneos com os dedos.
Fomos deitando devagar enquanto eu tirava meu tênis sem que ela percebesse.
Já acomodados permanecemos nos beijando e o mundo parecia parar lá fora.
Percorri seu rosto com a minha boca, indo para o pescoço e ombros.
Enquanto isso uma das minhas mãos tratava de abaixar a alça da blusinha que usara.
Ela não pareceu se incomodar e indicou ao levantar minha camiseta que era pra eu tirar.
Me levantei do seu peito e ela acompanhou o movimento beijando meu pescoço.
Aproveitei a deixa e também demonstrei que gostaria de vê-la sem aquela blusa.
Voltamos a deitar. A música repetia ao fundo.
Alguns beijos depois, resolvi descer pelo seu corpo e a primeira parada foi em seus seios.
Com certa habilidade, consegui retirar seu sutiã até alcançar os mamilos com meus lábios.
Lambia devagar. Intercalava uma lambida com pequenas mordidas.
Percebi que alguns tremulações começaram a acometer seu corpo. Era um bom sinal.
Já nua acima da cintura, fui descendo para a barriga até chegar nos quadris.
Nesse momento ela se agarrava em meus cabelos e os puxava com certa força.
Entendi que ela estava num envolvimento profundo e jamais eu a interromperia.
Rapidamente abri seu zíper e com a boca mesmo abaixei sua calcinha.
A graça está na provocação.
Me levantei para retirar toda a calça e calcinha e voltei para aquela imensidão de pele.
Ela tinha uma textura estimulante. Era cheirosa e delicadamente hidratada.
Naquela altura já era possível ouvir alguns pequenos gemidos; uma introdução de prazer.
E antes que eu pensasse em começar algo ela tratou de me puxar para cima dela.
E depois me obrigar a trocar de lugar. Ela parecia querer o controle. Ela queria, de fato!
Enquanto me beijava, habilidosamente tirava meu cinto e desabotoava minha calça.
“Tira isso logo” era como se dissesse sem ter dito uma palavra.
Tratei de tirar rapidamente e ficamos então: seu corpo nu, meu corpo de cueca.
Então ela indicou o fim dos beijos e resolver percorrer meu peito.
Minha condição física não é das melhores, mas ali não fazia diferença.
Tem uma coisa que rege esses momentos que se chama: cheiro. O corpo cheira.
Ela parecia sentir cada célula enquanto deslizava os lábios pela minha pele.
Até que resolveu desceu até minha cintura.
Segurou a borda da cueca e me olhou de onde estava. Nos olhamos. Olhei pro teto.
Abaixava a cueca com uma das mãos propositalmente devagar.
Abaixou por completo, me viu ali entregue e aparentemente gostou do que viu.
Eu começava e me tremer e a sentir a cabeça girar. A música repetia.
Então, sem usar as mãos, ela colocou sua boca nos centímetros mais sensíveis do meu corpo.
Salivava. Era possível ouvir o barulho. Ela gostava daquele momento.
Resolveu usar as mãos. As duas. Uma para cada função diferente.
Coloquei uma das minhas mãos em seu cabelo e rapidamente tive olhar de reprovação.
Eu não queria induzir a nada, só queria tocá-la, mas entendi o recado dos olhos.
Intercalava os movimentos com intensas chupadas, mão por toda a virilha.
Era especialmente interessante vê-la cúmplice do prazer que eu demonstrava.
Alguns momentos depois, tirou-o da boca e subiu meu coro beijando devagar.
Aquele momento era claro e felizmente eu estava preparado.
Um segundo até me aprontar e assegurar que estaríamos protegidos.
Len-ta-men-te sentou no meu colo e começou.
De frente pra mim. Cabelos ora cobrindo os seios, ora as costas.
Ela revezava os movimentos com a cabeça sincronizadamente com o corpo.
E então começou a pular. Coloquei as mãos em sua cintura para conduzir o ritmo.
Pulava. Pulava mais forte. Pulava rápido, depois devagar, depois rápido. Dominava.
Aquele sofá parecia ter tomado a dimensão de uma cama de 300m².
O possível desconforto era anulado pela nossa sintonia num momento tão sem igual.
Suávamos. Os corpos pareciam incendiar e ela arranhava parte do meu peito.
Então resolvi trocar a posição em busca de uma nova fonte de prazer.
Sentei corretamente no sofá com os pés no chão e a coloquei de costas em meu colo.
Ela se apoiava em meus joelhos e novamente dominava os momentos por completo.
Por vezes abaixava tanto a cabeça que seus cabelos tocavam minha barriga.
Conduzi parte dos meus movimentos com as mãos nos quadris e ela começou.
Começou a gritar, gemer, a pedir mais força, a inserir mais pressão.
“Isso, assim, assim, ASSIM, ASSIM, isso, i s s o” ordenava.
E como bom respeitador, obedecia a cada um de seus desejos.
Uma nova troca de posição e indiquei que ela encostasse os braços no encosto do sofá.
Eu queria vê-la de 4. E vi. Ela não renunciava às minhas sugestões.
Se acomodou decididamente como se esperasse por aquele momento.
Antes de me aproximar optei por me esfregar em suas coxas. Queria que ela me sentisse.
Me debrucei sobre seu corpo e tocava em seus pescoço.
Sem muita demora, indiquei que havia chegado o momento e me aproximei.
De-li-ca-da-men-te fomos nos tornando um só até oficializar a penetração completa.
Voltamos, portanto, a ser dois corpos por hora unidos. Que momento.
Aumentei o ritmo da pressão sem que interferisse em nosso desempenho.
Esses momentos são difíceis de controlar mas o esforço é válido.
Então aumentei a força e segurei parte do cabelo dela com umas das mãos.
Com a outra, eu a estapeava com calculada agressividade.
“É assim, então? Me diz agora que eu quero ouvir! (tapas)” eu provocava.
“Isso, assim mes… MESMO, assim, continue” ela respondia.
Num momento como esse é difícil manter a consciência por muito tempo.
Então imagino ter me excedido na força ao ver as marcas que se formavam.
Mas eu não queria parar de enriquecer aquele momento com nossos corpos.
ENTÃO EU NÃO PAREI! AUMENTEI A VELOCIDADE, AUMENTEI A FORÇA.
ERA INCRÍVEL VÊ-LA ALI DE 4. INCRÍVEL VÊ-LA SOB DOMÍNIO DO NOSSO PRAZER.
“VAI, VAI, MAIS FORTE, MAIS F O R T E” ela já gritava.
Sem resposta, fui aumentando ainda mais a força.
Eram tapas, puxadas de cabelos, penetração intensa, suór, nossos sons.
Eu rangia os dentes e ela provavelmente mordia os lábios pelo som da voz poluída.
“ASSIM ENTÃO? TÁ BOM AGORA, A G O R…”
A respiração desacelerou abruptamente. Era possível entender pelas nossas vozes.
Deitei-me com meu peito suado em suas costas também encharcadas de prazer.
Fazia um calor fora do normal para a hora, mas quem tinha colocando fogo éramos nós.
Me joguei no sofá e ela repousou a cabeça em meu corpo.
Procurei algumas palavras pra descrever aquele momento mas não encontrei.
Até que inesperadamente ela ironiza:
“Então você é mal-educado assim com visitas? Nem oferece uma bebida e já vai pro jantar?”
Organizei algumas palavras até responder:
“Desculpe! É que desde que passou pela porta pensei em te oferecer algo pra tomar, mas só conseguia me imaginar tomando um banho com você.”
Ela ergueu a cabeça para olhar meu rosto e finalizou:
“Haha, besta. Estava brincando! Mas era isso mesmo que eu também estava esperando”.

tumblr_lzfghrQJ7n1qjyt2mo1_500Texto especial recomendado para maiores de 18 anos. =)

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